Cheguei a casa e fiz a troca. Liguei o interruptor e nada aconteceu. Será que meti tudo bem? Não era suposto a lâmpada dar um click? Deu, ou não deu? Desmontei tudo, voltei a montar, e continuou a não funcionar. Depois de uma série de testes de fazer inveja ao 'método científico de garagem' dos Caçadores de Mitos, descobri que os tais arrancadores amigos do ambiente não funcionavam. Provavelmente eram amigos do ambiente porque continham uma porção de dióxido de carbono sequestrado por colibris, o que evidentemente não serve para fazer as coisas de carácter eléctrico que os arrancadores são supostos fazer.
Acabei por passar por uma loja de material eléctrico de ar manhoso, daquelas com montras interessantes, onde há cablagens, fusíveis, interruptores, projectores iodine, ventoínhas, resistências e voltímetros, e entrei. Lá vendiam arrancadores a granel, retirados de um balde, a sessenta cêntimos cada um. Comprei dois. O aspecto era inegavelmente foleiro e fazia lembrar a expressão 'resíduos industriais perigosos'. Os contactos tremiam. Mas funcionaram.
Os arrancadores amigos do ambiente lá estão, a caminho do aterro sanitário.
e não é que são mesmo amigos do ambiente!!! se não funcionam, não gastas electricidade, não gastas electricidade a termoeléctrica não tem de injectar nafta nas caldeiras, logo menos poluição, certo?..ou não!?
ResponderExcluirlol, certíssimo!
ResponderExcluirMas há que ter em conta o petróleo gasto para produzir o plástico que reveste os arrancadores, mais os metais xpto lá dentro, mais o transporte, mais a embalagem.
ResponderExcluir- também ela de plástico...
para mim era tudo à luz da vela, sim, que a electricidade também é reacção!
ResponderExcluirQui Qui Ri Qui QUi Ri Qui Ri Qui!!